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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

ACREDITE SE QUISER; Acusado de tráfico e temido por todos Cleiton Ventão torna-se evangélico e lembra "inferno" em presídio de Teresina


Preso em um cerco policial sob acusação de ser um dos maiores traficantes da zona norte, Cleiton Ventão carregou por anos a imagem de ser temido e detentor de um patrimônio supostamente oriundo da venda de drogas. Em 2007, um vídeo mostrou uma festa de aniversário sua em que drogas eram distribuídas aos convidados.
Depois de passar mais de um ano em presídios do Piauí, Cleiton está respondendo a processos em liberdade. Das quatro ações contra ele, já foi absolvido de três por falta de provas.
Hoje, Cleiton trabalha como mototaxista em um estabelecimento no bairro Primavera, próximo a sua casa. Respeitado pelos colegas, Cleiton conta como se tornou evangélico na Igreja Batista Nacional do bairro Mocambinho e agora dedica a vida ao trabalho. "Antes de conhecer Jesus, eu vivia nas trevas, uma vida iludido com as coisas do mundo. Fui usuário de drogas e hoje Deus me libertou", esclareceu.
Por mais de um ano, Cleiton foi recolhido em presídios e lembra o "inferno". Mas foi na prisão onde conheceu evangélicos. "Em São Raimundo Nonato é um presídio em regime fechado, você não tem contato com ninguém, a pessoa fica isolada. Foi o pior período que vivi na minha vida. Lá é um verdadeiro inferno, não gosto nem de pensar nesse dia de rebelição na Casa de Custódia. Fui acusado de ser um dos líderes por ser o Cleiton Ventão, mas isso não é verdade", afirmou.
Cleiton comentou ainda o que ocorreu no dia em que ocorreu a festa, que ficou conhecida como "festa da maconha". "Fiz a festa normal e foi onde aconteceram as coisas, que me acusaram. Eu não aguentei aquilo não. Foi presa minha mãe, minha esposa. Tive que me entregar para soltar elas", declarou.
Se dizendo refeito do período conturbado de sua vida, Cleiton esclarece quais são suas perspectivas para o futuro. "Hoje sigo em paz com meu trabalho. Quero ser feliz!", finalizou.




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