Destroços de igreja ortodoxa grega após um ataque aéreo noturno em Gaza nesta sexta-feira (20); pelo menos 18 pessoas foram mortas, de acordo com as autoridades palestinas — Foto: MOHAMMED SABER/EPA-EFE/REX/SHUTTERSTOCK
Mais de seis mil pessoas já perderam a vida na guerra entre Israel e o Hamas, que começou no dia 7 de outubro, após ataques do grupo terrorista ao território israelense.
Neste domingo (22), o Ministério da Saúde palestino informou que o número de mortos na Faixa de Gaza subiu para 4.651 vítimas. Destas, 40% seriam crianças. O número de feridos em Gaza também subiu, e foi para 15.898.
Em Israel, foram confirmadas em torno de 1,4 mil mortes e mais de 4 mil feridos, a maior parte deles no dia 7.
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Um homem palestino sentado nos escombros de uma casa após ataques israelenses noturnos em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, em 22 de outubro de 2023. — Foto: SAID KHATIB / AFP
Nesta madrugada, mais de 50 palestinos foram mortos em ataques aéreos à Faixa de Gaza, segundo autoridades médicas palestinas. Israel tinha avisado que iria intensificar os ataques no norte de Gaza, mas o sul também foi alvo de novos bombardeios.
A ofensiva aconteceu horas depois de Israel pedir mais uma vez que os habitantes de Gaza se deslocassem para o sul da região. Segundo o exército israelense, um dos líderes do Hamas e dezenas de terroristas foram mortos em ataques noturnos em Gaza.
Israel também atualizou o número de reféns sob poder do grupo terrorista - 212. Na sexta-feira (20), as duas primeiras reféns foram libertadas, mãe e filha americanas.
A ofensiva aconteceu horas depois de Israel pedir mais uma vez que os habitantes de Gaza se deslocassem para o sul da região. Segundo o exército israelense, um dos líderes do Hamas e dezenas de terroristas foram mortos em ataques noturnos em Gaza.
Israel também atualizou o número de reféns sob poder do grupo terrorista - 212. Na sexta-feira (20), as duas primeiras reféns foram libertadas, mãe e filha americanas.